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Cantor do Art Popular é condenado por estupro e cárcere privado

Cantor do Art Popular é condenado por estupro e cárcere privado

Rita Corrêa, mulher estuprada e mantida em cárcere privado pelo cantor do Art Popular, relata os horrores que sofreu

Cantor do Art Popular é condenado por estupro e cárcere privado

Demétrius Macedo, espancou a procuradora-geral Gabriela Barros durante o horário de trabalho. Mesmo preso, ele continua a receber seu salário

Desde 2020, Brasil registrou 500 mil pedidos de medidas protetivas para mulheres. 80% dos agressores são homens

Ato político escolheu praça onde ocorreu recentemente o estupro de uma menina de 14 anos em plena luz do dia

O Brasil registra, em média, um ato de violência política a cada quatro dias, de acordo com organizações de direitos humanos, como: Terra de Direitos e Justiça Global. De janeiro de 2016 a setembro de 2020, foram registrados 125 assassinatos e atentados, 85 ameaças, 33 agressões, 59 ofensas, 21 invasões e 4 casos de prisão ou tentativa de detenção de agentes políticos.

Manuela D’Avila (PCdoB) tornou pública as ameaças que ela e sua filha de 5 anos vêm sofrendo, intensificadas no último mês pela iniciativa de um pai da escola de sua filha. Após tirar uma foto da filha de Manuela, divulgou nos grupos que disseminam ódio nas redes para ameaçá-las, mãe e filha, de estupro e morte.

Cantor de Art Popular é condenado por estupro e cárcere privado

cantor do Art Popular foi condenado a nove anos e sete meses por estupro e cárcere privado, o artista compareceu a todas as audiências e negou as acusações.

Cantor de Art Popular é condenado por estupro e cárcere privado

Leandro Lehart foi condenado a 9 anos e 7 meses por estupro e cárcere privado. Crime aconteceu em outubro de 2019

Leandro Lehart, cantor do Art Popular, foi condenado a nove anos e sete meses, por estupro e cárcere privado. De acordo com o Ministério Público, o artista compareceu a todas as audiências e negou as acusações.

A condenação foipublicada nesta terça-feira (13) pela 17º Vara Criminal de São Paulo e previaregime fechado, mas o juiz decidiu que Lehard pode recorrer em liberdade.

O Crime aconteceuem outubro de 2019, e de acordo com o G1 a vítima passou por tratamento psicológico depois deter conhecido Lehart pela internet e sofrido abuso sexual na casa dele. Eles seconheceram pelas redes sociais e passaram a marcar encontros.

Pelo acontecido, a vítima saiu doemprego por ter ficado abalada e culpada com a situação. Ela teve diagnósticode estresse pós-traumático e chegou a tentar suicídio.

Sem renda e com dificuldades financeiras, o cantor chegou a mandar três cestas básicas. A vítima registrou o caso depois de três meses a uma rede de apoio, que ofereceu ajuda psicológica e jurídica. Foram apresentados a Justiça conversas com supostas confissões di cantor.

Em nota, Priscila Pamela, advogada criminale representante da vítima disse:

“Foi com muita tristeza querecebemos a notícia do vazamento de informações relacionadas a esse caso, que étão triste. Nossa preocupação sempre foi a de proteger a vítima e não tornarpúblico algo tão sensível, mas em respeito ao trabalho da imprensa, aceitamosoferecer essa manifestação só para ratificar o acerto da condenação. O caso érepugnante! Um dos piores com o que tive contato durante quase 17 anos deprofissão. É a síntese do horror, da subjugação e do ódio dos homens àsmulheres”.

Emcomunicado, Lehart escreveu: “Estou sendo vítima de uma grande injustiça,mas a verdade vai prevalecer em breve. São 40 anos de carreira e 50 anos devida acreditando na justiça, e mesmo que ela tarde, ela não falha. E a maldadenão prevalecerá nunca. Obrigado por tudo”.

A nota da defesa diz: “A defesa técnica de Leandro Lehart, em atenção aos pedidos da imprensa por comentários, informa que o caso corre em segredo de Justiça e ainda pende de decisão final, o que impede maiores considerações quanto aos fatos. De toda sorte, Leandro e seus advogados seguem confiantes no Poder Judiciário e que a verdade prevalecerá, com sua consequente absolvição.

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Vítima de Leandro Lehart conta detalhes sobre abuso grotesco e repugnante

Músico foi condenado por estupro e cárcere privado, com pena de mais de 9 anos de prisão

Vítima de Leandro Lehart conta detalhes sobre abuso grotesco e repugnante

Rita de Cássia Corrêa, que denuncia o músico Leandro Lehart, do grupo Art Popular, por estupro e cárcere privado, deu detalhes sobre o caso em entrevista exclusiva ao Fantástico, neste domingo, 18.

«A minha vida hoje, ela é feita de dores psicológicas, físicas, de limitações. Esse monstro cometeu todas essas atrocidades comigo em uma noite», diz a vítima de 40 anos, que considera ter sua vida destruída após o abuso.

Rita se aproximou do músico em 2017. Eles começaram a conversar por meio da internet e, ao saber que a vítima tocava piano, Leandro a convidou para ir conhecer seu estúdio. O espaço ficava em uma região nobre da zona norte de São Paulo.

Depois desse primeiro encontro, eles continuaram se vendo. Em cinco ocasiões, houve relações sexuais – que aconteciam de forma consensual. Porém, em 2019, Leandro se revelou agressivo.

«Ele me convidou para subir para o quarto dele que ficava no andar de cima da casa. Eu consenti e subi. Ele parou e perguntou: ‘Vamos ao banheiro para terminarmos lá? Porque de lá já poderíamos tomar um banho’. Eu não vi maldade nisso. Em sair ali do quarto e terminar ali no banheiro a relação sexual», conta Rita, na entrevista.

No banheiro, Leandro a imobilizou e cometeu um ato escatológico de violência –com o envolvimento de fezes. «Eu já comecei a me debater e pedindo para ele parar. E tentando tirá-lo de cima de mim, mas eu não conseguia. Ele ainda se masturbou até chegar ao orgasmo», detalha a vítima.

Depois disso, ela conta que Leandro a trancou no banheiro por um bom tempo. Lá, ela relembra ter chorado muito e feito de tudo para tentar se higienizar, «tentando tirar todo aquele cheiro horrível». Ela conta que gritava para ser solta, mas que o músico dizia que só a deixaria sair quando ela se acalmasse para que eles conversassem.

Quando foi solta do banheiro, as agressões não pararam. Além do estupro e do cárcere privado, Leandro é acusado de racismo. 

«Ele disse: ‘Você acha que eu queria o quê? Relacionamento? O que você acha que eu gostaria de uma negrinha como você?’. Que não era para eu contar para ninguém, divulgar na mídia, procurar a polícia. Porque eu nem teria condições de pagar um advogado para me defender, que o dinheiro que ele tem, os advogados dele iam agir contra mim, que eu ia sair com uma aproveitadora», conta Rita.

Após as agressões físicas e verbais, a vítima conta que Leandro chamou um motorista de aplicativo de carro para buscá-la e a deixou ir embora.

Seis meses depois do ocorrido, o acusado tentou entrar em contato com Rita para pedir perdão. Por mensagem, ele teria enviado: «Se te humilhei sexualmente e você está nessa situação, eu assumo isso. Com muita vergonha, mas assumo. Porque fiz isso com uma mulher, em troca do meu prazer. Fui egoísta. Se você se sentir no direito de me denunciar, faça. Não ficarei chateado.»

Depois de tudo isso, Rita afirma que sua vida nunca mais foi a mesma. Ela passou a conviver com intensos problemas emocionais, perdeu seu emprego e tentou, até mesmo, tirar a própria vida, se jogando de um lance de escadas.

Leandro Lehart foi condenado a 9 anos e 7 meses de prisão por estupro e cárcere privado e recorre em liberdade. A decisão foi dada no último dia 9.

O músico negou as acusações em depoimento à Justiça e segue reafirmando sua inocência. Em publicação em seu Instagram, Leandro disse estar sendo vítima de uma grande injustiça. «São 40 anos de carreira e 50 anos de vida acreditando na Justiça, e mesmo que ela tarde, ela não falha. E a maldade não prevalecerá nunca.”, ressalta.

Em nota oficial à imprensa, a equipe de advogados de Leandro ressaltou que o caso corre em segredo de Justiça e que ainda pende de decisão final, «o que impede maiores considerações quanto aos fatos».

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O que é um ato escatológico cometido por Leandro Leahrt que resultou em mais de 9 anos de prisão

A mulher que acusa Leandro Lehart de abuso sexual falou pela primeira vez após a condenação do cantor e compositor a 9 anos e sete meses de prisão por estupro e cárcere privado. «A minha vida hoje é feita de dores psicológicas, físicas e de limitações», disse Rita de Cássia Correia, em …

O que é um ato escatológico cometido por Leandro Leahrt que resultou em mais de 9 anos de prisão

A mulher que acusa Leandro Lehart de abuso sexual falou pela primeira vez após a condenação do cantor e compositor a 9 anos e sete meses de prisão por estupro e cárcere privado. “A minha vida hoje é feita de dores psicológicas, físicas e de limitações”, disse Rita de Cássia Correia, em entrevista, que foi exibida na noite de domingo (18), no Fantástico, da Globo.

ATENÇÃO. O PRÓXIMO PARÁGRAFO CONTÉM DESCRIÇÃO DE ATOS DESACONSELHÁVEIS PARA PESSOAS SENSÍVEIS OU COM GATILHOS EMOCIONAIS RELATIVOS A ESTUPROS E PRÁTICAS SEXUAIS INCOMUNS. SE FOR O SEU CASO, NÃO SIGA A LEITURA.

Ela ainda relatou como foi o momento do estupro, que aconteceu em outubro de 2019. A mulher contou ao Fantástico ter tido relações com o cantor por cinco vezes, e na última, ele a chamou para irem ao banheiro terminar a relação e assim ‘poderiam tomar banho quando terminassem’. O que ela não esperava é o que estava por vir. O músico teria defecado no rosto e na boca da mulher, que se debatia e tentava escapar. ‘Ele ainda se masturbou e eu estava em choque’. Ela conta que o músico saiu do banheiro e a deixou trancada, e dizia que só a soltaria quando ela ‘ficasse calma’. Ele chamou um carro de aplicativo e ela seguiu para casa.

A mulher conta ainda que em casa, desesperada, tomava banho e escovava os dentes ‘tentando tirar aquele cheiro podre’, que estava nela.

CLIQUE AQUI para assistir a entrevista no Fantástico.

O processo corria em segredo de Justiça há dois anos e a sentença da 17ª Vara Criminal de São Paulo foi publicada na última terça-feira (13). Dois dias depois, o caso ganhou repercussão nacional e Leandro recorre a decisão em liberdade. A defesa do músico chegou enviar uma nota à imprensa.

“O caso ainda pende de decisão final, o que impede maiores considerações quanto aos fatos. De toda sorte, Leandro e seus advogados seguem confiantes no Poder Judiciário e que a verdade prevalecerá, com sua consequente absolvição”, diz a nota publicada também nas redes sociais do músico. Na legenda da postagem, Leandro ressaltou que está sendo vítima de uma “grande injustiça” e que crê que a Justiça prevalecerá no final das investigações.

“Estou sendo vítima de uma grande injustiça, mas a verdade vai prevalecer em breve. São 40 anos de carreira e 50 anos de vida acreditando na Justiça, e mesmo que ela tarde, ela não falha. E a maldade não prevalecerá nunca. Obrigado por tudo”, escreveu Leandro que deletou todas as outras imagens do perfil no Instagram.

A mulher passa por tratamento psiquiátrico desde o ocorrido, e afirma que sua vida foi destruída, “não consigo seguir em frente”, relata.

A Coprofagia na literatura psiquiátrica é considerada uma das inúmeras parafilias existentes.

Uma parafilia é um distúrbio psíquico onde há uma obsessão ou preferência por práticas sexuais não socialmente aceitas como a zoofilia (sexo com animais); pedofilia (sexo com crianças); necrofilia (sexo com cadáveres), entre outras.

Coprofilia é a excitação sexual devido ao contato com as fezes do parceiro.

Coprofagia seria o extremo da Coprofilia. Na Coprofagia, um parceiro sexual ingere as fezes do outro.

Sendo classificado como um “sintoma” a Coprofagia é um tipo de Cacofagia.

Cacofagia é uma alteração do paladar e do apetite que leva a pessoa a ingerir “coisas” asquerosas, tipo “cocô”.

Acredita-se que alterações de personalidade podem desencadear a Coprofagia.

Curiosamente, animais entediados podem desenvolver Coprofagia (comum em gatos e cães).

Em rituais de dominação sexual entre duas pessoas ou em grupo, a pessoa considerada dominante, pode defecar no corpo, no rosto ou até na boca do dominado, obrigando-o a ingerir as fezes.

Esta prática também é conhecida como “scatsex”. 

Existem pessoas que apresentam esta parafilia (preferência ou obsessão por práticas sexuais socialmente não aceitas). 

Caso você seja vítima de um ato sexual não consentido, veja como denunciar:

O canal de denúncia da Mulher, Família e dos Direitos Humanos é um serviço de proteção a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Ele funciona diariamente, das 8h às 22h, e qualquer pessoa pode prestar uma queixa, seja menor ou maior de idade. O serviço também recebe denúncias que envolvem violação de direitos de grupos considerados vulneráveis, como minorias e a comunidade LGBTQ+. Aos fazer a ligação, você relata o caso e eles registram sua denúncia. Ela é encaminhada para o órgão responsável e depois há um monitoramento do Disque 100, que entra em contato você para dizer os próximos passos. A chamada é gratuita.

A Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência também é um canal anônimo de denúncias. Diferente do Disque 100, ele é estritamente reservado para casos de abuso e agressão contra mulheres. A denúncia pode ser feita 24h, por qualquer pessoa, de qualquer lugar do Brasil e de outros 16 países (Argentina, Bélgica, Espanha, EUA (São Francisco), França, Guiana Francesa, Holanda, Inglaterra, Itália, Luxemburgo, Noruega, Paraguai, Portugal, Suíça, Uruguai e Venezuela). O registro também é feito e enviado para a Segurança Pública. Uma cópia também vai para o Ministério Público. Se você for do sexo feminino e estiver vivendo em situação de vulnerabilidade ou enfrentando violência doméstica, esse é o primeiro canal ao qual você deve recorrer.

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Caso Leandro Lehart: como é o tratamento de vítimas de violência sexual

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