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Colesterol é essencial, mas em excesso traz riscos; saiba o que eleva a taxa

Como baixar o colesterol: confira as principais dicas!

Você sofre com colesterol alto? Neste artigo, nós indicamos os principais passos a seguir para abaixá-lo e viver melhor!

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Descubra como o colesterol baixo afeta a sua saúde

Uma boa saúde necessita de níveis de gordura adequados. Entenda por que o colesterol baixo pode ser prejudicial e quais os riscos.

Descubra como o colesterol baixo afeta a sua saúde

Você já deve ter ouvido falar no quanto o colesterol alto pode fazer mal para a saúde. De fato, perder o controle dos níveis de colesterol LDL é bastante perigoso. Mas saiba que manter o HDL baixo também traz riscos. Ficou confuso? Não se preocupe, nós vamos explicar. Nesta matéria, você vai entender que existem alguns tipos desta gordura e que as taxas do colesterol bom (HDL) nunca devem estar baixas. Descubra agora as consequências do colesterol baixo e o que elas podem fazer com a sua saúde.

Ele é um tipo de gordura presente naturalmente no corpo e produzido por ele que é muito importante para garantir o funcionamento normal do organismo. Por isso, essa gordura está presente nos órgãos mais importantes, como coração, intestinos, fígado, cérebro, nervos, pele, etc. Ao contrário do que muita gente pensa, ela não é uma doença. No entanto, ajuda na absorção e produção de vitaminas e exerce funções essenciais na síntese de hormônios sexuais e da digestão.

Bem, de uma coisa podemos ter certeza: o colesterol pode ir de vilão a mocinho da saúde. Para compreender melhor esta parte, você precisa saber que existem alguns tipos. Dá uma olhada:

A soma destes três tipos da gordura correspondem ao valor do colesterol total. É preciso evitar os altos níveis dele para fugir das complicações cardiovasculares. Portanto, esteja atento: os valores não podem ultrapassar os 190/mgdL.

Como falamos, se você acredita que o toda gordura é ruim, está muito enganado e se certificar de que o HDL está alto pode garantir uma boa produção de vitamina D e de sais biliares. Além disso, ele age como antioxidante e desempenha um papel importante na saúde do intestino e no reparo de células. E olha que estes são apenas alguns dos benefícios da gordura boa.

Quando os valores do HDL estão menores que 40 mg/dL, é preciso ficar alerta à possibilidade do aparecimento de doenças perigosas, principalmente as cardiovasculares. Isso porque o acúmulo de gordura nos vasos interrompe a passagem do sangue, o que pode desencadear complicações como:

Obviamente, os riscos do HDL baixo são bem maiores em pessoas que possuem LDL e VLDL altos. No caso de indivíduos que já possuem problemas como diabetes, hipertensão, obesidade e tabagismo, equilibrar esse fator é ainda mais necessário.

Os sintomas do colesterol baixo, geralmente, são silenciosos, daí a importância de se consultar com um especialista e realizar exames de sangue periódicos. Algumas situações podem denotar que os seus níveis de colesterol estão abaixo do aceitável. O excesso de gordura abdominal, a falta de atividades físicas na rotina e ter uma alimentação rica em gorduras, frituras, fast foods, refrigerantes, entre outras coisas acendem um sinal de alerta.

Já deu para perceber que ele é importante, então é preciso correr (literalmente) para manter o colesterol baixo. Inserir algumas práticas saudáveis ao seu dia a dia pode ser de grande ajuda nesta missão. Afinal, nem sempre ela é fácil. Praticar um esporte, não ter vícios, evitar gorduras trans e comer bastante ômega 3 pode ser um ótimo início rumo a melhores níveis de HDL. Confira estes  7 alimentos indispensáveis para aumentar o colesterol bom.

Agora que você já sabe como o colesterol baixo pode ser prejudicial para a saúde, confira o material exclusivo que preparamos sobre o assunto para entendê-lo melhor.

O que é o colesterol?

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Conheça as 5 Principais doenças relacionadas à obesidade

Estar acima do peso traz muitas consequências para sua saúde, você sabe quais são as doenças relacionadas à obesidade? Saiba mais sobre elas nesse artigo.

Conheça as 5 Principais doenças relacionadas à obesidade

Estar acima do peso traz muitas consequências para sua saúde, você sabe quais são as doenças relacionadas à obesidade? Saiba mais sobre elas nesse artigo.

Encontrar pessoas acima do peso é cada vez mais comum. Para alguns, a preocupação com a saúde é mínima e pode trazer consequências irreparáveis.  Atualmente, a ocorrência da obesidade pode ser considerada epidêmica. De acordo com uma pesquisa realizada pela OMS (Organização Mundial de Saúde), uma em cada três pessoas no mundo está acima do peso. No Brasil, existem 18 milhões de pessoas com índices corporais que indicam obesidade. Mas, o que é mais preocupante nesse fato é que o excesso de gordura no corpo desencadeia problemas de saúde que poderiam ser evitados. São as doenças relacionadas ao excesso de peso, chamadas de comorbidades.

As comorbidades têm reduzido a expectativa de vida de muitas pessoas e causado a morte de pacientes com excesso de peso. É importante conhecer quais são as comorbidades mais frequentes, para que um diagnóstico precoce identifique os indivíduos que precisam de uma intervenção urgente para a perda de peso. Conheça as comorbidades que, fora de controle, podem ser fatais.

A hipertensão ocorre quando há um aumento da pressão nos vasos sanguíneos. Ela ocorre com muita frequência em indivíduos com excesso de peso. Isso acontece, principalmente, pelo alto consumo de alimentos contendo sódio e gorduras saturadas. O sedentarismo e a falta de atividades físicas regulares fazem com que os vasos sanguíneos fiquem comprimidos causando o aumento da pressão. A hipertensão é considerada uma doença silenciosa, pois os sintomas nem sempre aparecem, o que retarda o diagnóstico.

Assim como o colesterol alto, a pressão arterial elevada, ou hipertensão, pode ocasionar vários problemas cardiovasculares, como ataques cardíacos ou mesmo derrames cerebrais (AVCs). Estima-se que a hipertensão seja a causadora de 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal em todo o país.

Este problema acomete pessoas de ambos os sexos, jovens, adultos e pessoas na terceira idade, principalmente quando não existe um equilíbrio na alimentação com uma quantidade elevada de sal.

Após o diagnóstico é possível tratá-la com medicamentos apropriados e mudanças de hábitos que estimulam a atividade física. Pacientes podem fazer acompanhamento em aparelhos encontrados em farmácias e consultas médicas regulares. Porém, o recomendado é que haja uma mudança significativa por parte do paciente no que diz respeito aos hábitos alimentares, consumo de álcool e prática de exercícios físicos que, por sua vez, são de extrema importância para a qualidade de vida de todas as pessoas.

O diabetes é uma doença caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue. Ele pode ocorrer devido a dificuldades na secreção de insulina, que é um hormônio produzido no pâncreas. A função principal da insulina é promover a absorção de glicose nas células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. A falta da insulina ou a dificuldade na sua ação resulta em acúmulo de glicose no sangue, o que chamamos de hiperglicemia. Pessoas muito acima do peso têm a produção de insulina desregulada, o que pode resultar no desenvolvimento da diabete de tipo 2, que não é genética. Estudos comprovam que uma dieta saudável, a prática de exercícios físicos regulares e perda de peso podem ajudar a controlar ou prevenir o diabetes tipo 2.

5 doenças relacionadas à obesidade Diabetes Instituto Sallet

O colesterol é um componente essencial nas membranas celulares do corpo. A maior parte do colesterol encontrado no sangue de um indivíduo é produzida pelo próprio organismo, sendo apenas uma pequena parte adquirida da alimentação. O colesterol é composto pelas frações: HDL (colesterol bom) e LDL (colesterol ruim) e triglicérides. Os indivíduos com excesso de peso ou obesidade, em sua maioria, alimentam-se mal e não praticam exercícios físicos suficientes, o que faz com que o nível total de colesterol aumente, e assim, aumente o risco de entupimento de veias e artérias aumentando o risco de infartos e derrames. Geralmente, essa situação é muito repentina, o que dificulta o diagnóstico se o paciente não faz o acompanhamento médico adequado.

Na maioria dos casos, o colesterol alto pode ser reduzido com uma dieta de baixo teor de gordura, aliada à prática de exercícios. Em alguns casos, a medicação é útil na redução do colesterol. O aumento do colesterol e da gordura corporal também pode ocasionar o desenvolvimento de pedras na vesícula biliar, o que exige cirurgia como único tratamento.

O coração é um órgão composto por músculos, sendo o responsável pelo bombeamento de sangue para todo o corpo. A hipertrofia ventricular acontece quando o músculo do coração aumenta muito de tamanho, o que pode resultar em parada cardíaca repentina. Na maioria dos casos, não há sintomas prévios.

Essa doença acontece em mais evidência em pessoas obesas, pois o coração de quem está acima do peso precisa trabalhar mais do que deveria para sustentar o volume e a estrutura corporal. Há tratamento com o uso de medicamentos, no entanto, é necessário investigar quais hábitos estão causando o problema. Se for constatada a obesidade como fator de risco, dietas e exercícios podem amenizar o problema.

Apneia do sono e Asma

A obesidade é a principal causadora da apneia do sono. Ela pode causar paradas respiratórias involuntárias durante o sono. Esse distúrbio ocorre devido ao excesso de gordura nas áreas do pescoço e do tronco, dificultando a respiração e causando o fechamento repentino da faringe.

Os colapsos durante a noite provocam mini despertadas e desequilibram os níveis de oxigênio no sangue, o que resulta em sonolência excessiva durante o dia, perturbando a capacidade de raciocínio e avaliação. É um problema grave e que pode ser tratado com a redução do volume corporal.

A asma também uma doença respiratória que ocorre quando há o estreitamento dos bronquíolos, dificultando a respiração. Apesar das causas não serem totalmente conhecidas, há suposta relação com obesidade, pois já se sabe que a reação inflamatória provocada por uma substância produzida pelo tecido adiposo e elevados níveis de colesterol, aumentam a ocorrência de asma em pacientes com sobrepeso.

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Procure sempre um profissional em qualquer situação desconfortável com a sua saúde. Que este seja de sua confiança e possa fazer um acompanhamento ideal para você.

Conhece alguém que sofre desses sintomas? Compartilhe este artigo e o ajude a evitar que esses problemas se agravem!

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