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(PDF) Estratégias das TVs abertas brasileiras para manutenção da audiência no mercado digital

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As tecnologias digitais de transmissão e recepção estão alterando a forma como assistimos aos conteúdos audiovisuais. Com isso, a oferta dos conteúdos passa por uma série de mudanças. Esta pesquisa investiga as estratégias das emissoras de TV aberta

(PDF) Estratégias das TVs abertas brasileiras para manutenção da audiência no mercado digital

2019, III Congresso Internacional Sobre Culturas: Interfaces da Lusofonia

Abstract

As tecnologias digitais de transmissão e recepção estão alterando a forma como assistimos aos conteúdos audiovisuais. Com isso, a oferta dos conteúdos passa por uma série de mudanças. Esta pesquisa investiga as estratégias das emissoras de TV aberta brasileiras diante de dois fatores críticos oriundos deste cenário: a queda de audiência da TV aberta, o aumento de conteúdos sob demanda na TV por assinatura e em plataformas online. A investigação foi realizada em duas etapas. Inicialmente utilizamos o mapeamento sistemático da literatura nas cinco principais revistas científicas brasileiras durante o período de 2012 a 2016, de acordo com o ranking estabelecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. A segunda etapa consistiu no acompanhamento da grade de programação durante uma semana das emissoras abertas brasileiras com audiência superior a um ponto percentual: Globo, Record, SBT, Band e RedeTV, compondo a nossa amostra. De uma forma geral, as emissoras abertas no Brasil = exibem em sua maioria conteúdos gravados, próprios, nacionais, inéditos, com a maioria dos programas direcionados ao entretenimento. Percebeu-se uma reação ainda tímida frente aos desafios do mercado digital.

Sistema de indicadores de sustentabilidade do desenvolvimento do turismo: análise da dimensão cultural do município de Areia, Paraíba – Brasil

2017 •

GCET UFPB

O Estado da Paraíba-PB, no Brasil, apresenta muitas riquezas naturais e histórico-culturais que formam um produto turístico bem diversificado que tem contribuído para o desenvolvimento socioeconômico da região e do Estado, porém esta atividade tem sido desenvolvida de forma precária nas regiões que foram mapeadas pelo Programa de Regionalização do Turismo desenvolvido pelo Governo Federal, pois não existem na maioria dos casos um plano de ação integrado das instituições e empreendimentos que trabalham nesse segmento.

Nara Rocha

Colonialismos, Pós-Colonialismos e Lusofonias – Atas do IV Congresso Internacional em Estudos Culturais

2014 •

Vitor de Sousa

O que significa falar, hoje, em diáspora? A dispersão, associada à origem do conceito, ainda serve de significado em tempo de globalização? Existe apenas uma ou várias diásporas? Com este artigo pretendemos observar a evolução do conceito de “diáspora” à luz da ideia de Said (1994) de que o fim do colonialismo não impediu que o imperialismo persistisse. Relacionamos as problematizações sobre diáspora feitas, entre outros, por Cohen (1997), Hall (1998), Bhabha (1998), Riggs (2000) e Morier- Genoud & Cahen (2013), chegando ao caso português e à ideia de lusofonia. A interculturalidade, que promove a interpenetração identitária, está patente na diáspora? O que acontece quando se associa a diáspora à “portugalidade”? Eduardo Lourenço (1999) é cáustico em relação à ideia de diáspora, afirmando mesmo ser uma aberração que a nossa longa gesta emigrante seja percebida enquanto tal. E, mesmo que se parta da ideia de que “o sentido é o uso” (Wittgenstein, 1958), a ‘naturalização’ de determinadas realidades, ideologicamente alinhadas, pode incrementar equívocos e impedir uma dimensão ética, que acontece quando o ‘outro’ entra em cena (Eco, 1997).

ADRIANA BRAMBILLA

O turismo pode ser compreendido como um deslocamento voluntário de indivíduos para locais diferentes de onde residem habitualmente. Mas, por que viajar? Para alguns estudiosos, a atividade turística tem natureza predominantemente cultural, pois as pessoas viajam em busca de novas experiências, enquanto para outros pesquisadores, o turismo é simplesmente um objeto de consumo, mais um produto à disposição dos consumidores. Neste sentido, o presente artigo, objetivou, através de uma pesquisa bibliográfica, iniciar uma discussão sobre o papel que o turismo desempenha na vida das pessoas, tendo como base as três fases do turismo: o pré-turismo, o turismo industrial e o pós-turismo. Ressaltamos que esta revisão da literatura é parte de uma tese de doutoramento em desenvolvimento na área de Estudos Culturais. Considerando as análises propostas pelos autores pesquisados consideramos que, mesmo na atualidade, o turista pode viajar tanto motivado pelo aprendizado, proporcionado por novas experiências, como simplesmente para descansar, ou até mesmo apenas para consumir.

Vitor de Sousa

Com esta comunicação, pretendemos fixar-nos no conceito de lusofonia e nas clivagens que ele encerra, através das dinâmicas do discurso sobre nós e o outro, na tentativa de saber até que ponto os fantasmas da colonização portuguesa e as marcas da ‘portugalidade’ contribuem para esse statu quo. Embora o termo “lusofonia” tenha entrado na língua portuguesa em 1950, conforme Houaiss, Villar & Franco (2011), a sua utilização foi acelerada após a queda do ‘império colonial português’. Do trauma decorrente da relação unidirecional de poder entre colonizadores e colonizados, subjazem laços culturais e uma língua comum, embora falada de forma diferente consoante as coordenadas geográficas. O conceito vai, no entanto, para além de uma significação meramente gramatical, devendo ser encarada enquanto área cultural e construção simbólica num mundo cada vez mais globalizado e que se inscreve no presente e com o destino do ‘continente imaterial’ dos países que a integram (Martins, 2007). Mesmo assim, as tensões entre ex-colonizadores e ex-colonizados vão sendo conhecidas, evidenciando que o processo de colonização foi violento e deixou marcas, contrariando a retórica oficial do Estado Novo. De resto, a “lusofonia” nem sequer figura no documento oficial que criou, em 1996, a CPLP o que revela o desconforto existente. Real (2012) sublinha que tudo já foi dito sobre a lusofonia, faltando “apenas” fazê-la, destacando-a como parte nuclear da “vocação histórica de Portugal”. O próprio conceito remete para “luso” (português), que decorre de “lusitanidade” e pode invocar uma “portugalidade” encapotada, que serviu de bandeira ao regime fascista. Não será, por isso, de estranhar, que os discursos dos deputados no parlamento português no período pós-25 de Abril que analisamos através da hermenêutica interpretativa associem, ainda que a espaços, a lusofonia à ‘portugalidade’. E que os sentimentos se dividam entre o saudosismo do ‘império’ e a crítica à lusofonia.

Resumo

2013 •

Antoneli Matos Belli Sinder

Francisco Campos, Ana-Isabel Rodríguez-Vázquez

M. Gama & H. Sousa (Eds.), Contributos do Congresso Internacional “Redes de Cooperação Cultural Transnacionais: Um olhar sobre a realidade lusófona” (pp. 195-212). Braga: CECS.

2017 •

Bart Vanspauwen

Este artigo analisa a ONG lisboeta Etnia – Cultura e Desenvolvimento enquanto modelo de organização social e intervenção cultural. Fundada em 2000, Etnia tem investido de forma contínua na construção de uma rede cultural lusófona transnacional através de projetos e programas entre Portugal, Brasil, Cabo Verde e Guiné-Bissau. O caso da Etnia sugere que empreendedores culturais em rede possam orientar a mudança social além de narrativas essencialistas, permitindo não só a capacitação de profissionais do setor cultural e criativo, mas também um melhor entendimento do potencial futuro e afetivo da chamada lusofonia.

Roberta de Avillez

2017 •

Roberta De Avillez

Este artigo visa apresentar a possibilidade de uma reflexão sobre identidade dos estudantes brasileiros imigrantes em Coimbra em relação aos portugueses. Propõe-se debater o dialogo de Platão, O Sofista, por meio dos conceitos de Ser, do Mesmo, do Outro, do Movimento e do Repouso. Através da dialética desenvolvida no diálogo será possível reconhecer o Não-Ser como Ser Outro ao firmar-se a Alteridade e a sua relação intrínseca com a identidade. Ao adaptar-se os conceitos para o contexto contemporâneo dos imigrantes brasileiros em Coimbra, estabelece-se uma relação de aproximação com o que será chamado de retórica da negação.

Vitor de Sousa

A crise tende para a naturalização na vida social o que se precipitou com a falência da visão do mundo como uno, por via do incremento da velocidade e da subversão do conceito de tempo e a consequente fragmentação (Martins, 2011). Uma mudança que se alastrou ao plano identitário através da ruína dos referentes que davam aos indivíduos estabilidade no mundo social (Hall, 1992). A disseminação da globalização, encurtou as distâncias, muito embora sublinhasse as assimetrias. Não obstante, o Ocidente está a perder protagonismo (Huntington, 1996; Morris, 2010), e os estados dos países mais vulneráveis, em perda progressiva de soberania, vão apelando ao patriotismo, numa atitude que contrasta com o curso dos acontecimentos. A crise vincou a incerteza sobre o futuro, bem como consolidou a ideia de apocalipse, condicionandoa ideia de ‘esperança’.

Bol PM 200 29 Out 2020

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Após boletim de ocorrência de Créu, Naldo diz ter tido atitude explosiva

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